terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Blog dos Espíritas: Curiosidades Religiosas: O NASCIMENTO DE JESUS

Blog dos Espíritas: Curiosidades Religiosas: O NASCIMENTO DE JESUS: Grande parte do que é conhecido sobre o nascimento de Jesus , sua vida e seus ensinamentos é contado pelos Evangelhos canônicos : Evangelhos...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Blog dos Espíritas: A História da Árvore de Natal e o Presépio

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Blog dos Espíritas: Morrer não é o fim

Blog dos Espíritas: Morrer não é o fim: Já dizia Lavoisier , considerado o Pai da Química moderna, nos idos do século XVIII, na França, que " na Natureza nada se cria, nada s...

Morrer não é o fim

Já dizia Lavoisier, considerado o Pai da Química moderna, nos idos do século XVIII, na França, que "na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.". Corroborando Lavoisier, podemos dizer que na Natureza nada morre, apenas se transforma. No mundo em que vivemos tudo se transforma em energia. Aquilo que perece, serve de fonte de energia para o que continua vivo. É um ciclo interminável.

As plantas são filtros que depuram o ar que respiramos, fornecem energias positivas, curam doenças e são sensíveis às energias das pessoas. Quando essas energias são negativas, elas secam e morrem. Você já viu isso acontecer?


Todo ser vivo tem um princípio espiritual que sobrevive à morte quando o corpo terreno perece, e depois da morte, eles voltam a viver em outra dimensão do Universo, de onde vieram antes de encarnar aqui, ou se evoluíram, para outra dimensão onde irão desempenhar outras missões compatíveis com sua evolução. Há quem diga que morrer é voltar para casa.


Tanto as plantas como os animais conservam suas características, continuando sua trajetória evolutiva. São parte da natureza e ajudam o homem em sua estadia terrestre. Quando tratados com respeito e amor, retribuem oferecendo-nos o que tem de melhor. As plantas oferecem lindas flores e excelentes frutos. Os animais dão amor, especialmente aqueles que vivem próximos a nós no dia-a-dia. E esse amor é um amor incondicional, capaz de transformar uma pessoa, sensibilizando-a, tornando-a melhor. Vemos isso acontecer entre humanos e cães ou gatos, que são os animais que estão mais próximos de nós.

Assim como o corpo de carne é o instrumento que nos permite interagir no mundo terreno quando vivemos aqui, nosso corpo astral, do qual não nos separamos depois da morte, torna objetiva a dimensão onde passaremos a viver.

Podemos inferir de tudo, que somos seres espirituais vivenciando uma experiência humana e que um dia voltaremos para o plano astral de onde viemos, e que o amor que sentimos pelas pessoas que conviveram conosco quando aqui estivemos continua depois da morte, pois quem ama é o espírito e não o corpo que ficou na Terra.

Logo, morrer não é o fim, mas o começo de uma nova vida. Pense nisso.


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https://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier
Gasparetto, Zibia, in Eles continuam entre nós (Vol. 2), com adaptações 

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Curiosidades religiosas: Entenda o Celibato


A maioria das pessoas com certeza, já ouviram falar em Celibato, mas não entendem ou nem sabem o que vem a ser. Neste post esclareceremos o que vem a ser Celibato e qual sua origem.


O celibato (do latim cælibatus, significa estado daquele que não é casado ou que é célibe) é, na sua definição literal, o estado de uma pessoa que se mantém solteira, sem obrigação de manter a virgindade, podendo ter relações sexuais. No entanto, o termo é popularmente usado incorretamente para descrever uma pessoa que escolhe abster-se de atividades sexuais.


Do ponto de vista religioso, o Celibato se tornou obrigatório com o Primeiro Concílio de Latrão (1123) e o Segundo Concílio de Latrão (1139) que condenaram e invalidaram o concubinato e os casamentos de clérigos, impondo assim o celibato clerical. Mas a primeira tentativa de tornar o Celibato obrigatório começou bem antes, com o Concílio de Elvira (295-302), que tornou o celibato obrigatório. Porém, era um concílio regional espanhol, e as suas decisões eram de caráter regional e não eram cumpridas por toda a Igreja. Outro passo importante na implementação do celibato foi dado no Primeiro Concílio de Niceia (323), que decretou que "todos os membros do clero estavam proibidos de morar com qualquer mulher, com exceção da mãe, irmã ou tia" (III cânon) . No final do século IV, a Igreja Latina promulgou várias leis a favor do celibato, que foram geralmente bem aceitas no Ocidente, no pontificado de São Leão Magno (440-461). O Concílio de Calcedónia (451) proibiu o casamento de monges e virgens consagradas (XVI cânon) .

Houve vários avanços e recuos na aplicação dessa prática eclesiástica, chegando até mesmo a haver alguns Papas que eram casados antes de receber as ordens sagradas, como por exemplo o Papa Adriano II (867-872). 

No século XI, vários Papas, especialmente Leão IX (1049-1054) e Gregório VII (1073-1085), esforçaram-se novamente para aplicar com maior rigor as leis do celibato, devido à crescente degradação moral do clero. O celibato clerical voltou a ser defendido pelo Quarto Concílio de Latrão (1215) e pelo Concílio de Trento (1545-1563).

Atualmente, as leis do celibato aplicam-se somente aos sacerdotes da Igreja Latina, ficando de fora as Igrejas Católicas Orientais e os ordinariatos pessoais para anglicanos, que admitem padres casados, mas os seus bispos são celibatários.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina_da_Igreja_Cat%C3%B3lica