quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Morrer não é o fim

Já dizia Lavoisier, considerado o Pai da Química moderna, nos idos do século XVIII, na França, que "na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.". Corroborando Lavoisier, podemos dizer que na Natureza nada morre, apenas se transforma. No mundo em que vivemos tudo se transforma em energia. Aquilo que perece, serve de fonte de energia para o que continua vivo. É um ciclo interminável.

As plantas são filtros que depuram o ar que respiramos, fornecem energias positivas, curam doenças e são sensíveis às energias das pessoas. Quando essas energias são negativas, elas secam e morrem. Você já viu isso acontecer?


Todo ser vivo tem um princípio espiritual que sobrevive à morte quando o corpo terreno perece, e depois da morte, eles voltam a viver em outra dimensão do Universo, de onde vieram antes de encarnar aqui, ou se evoluíram, para outra dimensão onde irão desempenhar outras missões compatíveis com sua evolução. Há quem diga que morrer é voltar para casa.


Tanto as plantas como os animais conservam suas características, continuando sua trajetória evolutiva. São parte da natureza e ajudam o homem em sua estadia terrestre. Quando tratados com respeito e amor, retribuem oferecendo-nos o que tem de melhor. As plantas oferecem lindas flores e excelentes frutos. Os animais dão amor, especialmente aqueles que vivem próximos a nós no dia-a-dia. E esse amor é um amor incondicional, capaz de transformar uma pessoa, sensibilizando-a, tornando-a melhor. Vemos isso acontecer entre humanos e cães ou gatos, que são os animais que estão mais próximos de nós.

Assim como o corpo de carne é o instrumento que nos permite interagir no mundo terreno quando vivemos aqui, nosso corpo astral, do qual não nos separamos depois da morte, torna objetiva a dimensão onde passaremos a viver.

Podemos inferir de tudo, que somos seres espirituais vivenciando uma experiência humana e que um dia voltaremos para o plano astral de onde viemos, e que o amor que sentimos pelas pessoas que conviveram conosco quando aqui estivemos continua depois da morte, pois quem ama é o espírito e não o corpo que ficou na Terra.

Logo, morrer não é o fim, mas o começo de uma nova vida. Pense nisso.


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https://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_Lavoisier
Gasparetto, Zibia, in Eles continuam entre nós (Vol. 2), com adaptações