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segunda-feira, 13 de abril de 2026

POR QUE NÃO LEMBRAMOS DE VIDAS PASSADAS?

Se formos mesmo todos reencarnados, por que não nos lembramos das existências passadas? É uma questâo intrigante, causa mesmo de dúvidas em muita gente. O esquecimento do passado (existências anteriorees) indica a sabedoria de Deus.

A lembrança viva de episódios vividos anteriormente traria vários inconvenientes, entre os quais relacionamos: 

a) poderia humilhar-nos intensamente, pela lembrança desagradável de muitos deslizes morais, especialmente quando envolvendo terceiros;

b) exaltação do orgulho e da prepotência, em virtude de posições de destaque no passado;

c) danosos efeitos nas relações sociais, pois se tivessemos as nossas lembranças, teríamos a dos outros também;

d) traumas continuariam impedindo condições de felicidade e progresso;

e) ódios e vinganças estariam minando os relacionamentos e provocando novos agravamentos.

Entre as inumeráveis vantagens, fruto da Sabedoria Divina - repetimos -, encontramos:

a) oportunidade de recomeço, sem lembranças perturbadoras;

b) o progresso efetuado permite-lhe, agora com mais lucidez, optar por novos aprendizados;

c) reconciliação com antigos adversários sem que necessariamente haja o constrangimento das recordações que a poderiam impedir;

d) superação de traumas passados em circunstâncias ora renovadas;

e) novas vivências e aprendizados sem que o passado venha a importunar;

f) aquisição de novas experiências sem qualquer ligação com o passado.

Os que desconhecem o processo alegam que o esquecimento seria impeditivo para a reconstrução do próprio caminho, quando na verdade este apagar das lembranças significa verdadeira benção. Deus nos beneficia com o esquecimento, colocando como que um véu em nossa memória para que os erros e equivócos do passado não sejam amarras ou pesos que nos impeçam de construir ou reconstruir a própria felicidade.

Por outro lado, se quisermos saber o que fomos ou fizemos antes desta existência, basta observar com atenção nossas tendências, habilidades, quedas morais, laços que nos ligam a certas pessoas e poderemos avaliar que tipo de procedimento ou vivência adotamos nas existências anteriores.

Esta análise íntima permite corrigir os caminhos atuais.

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Fonte: Por que não lembramos de vidas passadas? - Emanuel/Chico Xavier

quinta-feira, 17 de maio de 2012

VOCÊ ACREDITA EM VIDAS PASSADAS?

Diversas religiões acreditam na crença de que existe vida após a morte, de que nós continuamos a existir. Mesmo quando não se tem certeza sobre isso, a maioria das pessoas costuma considerar a possibilidade bastante viável. Assim, por que é tão difícil acreditar também em uma vida passada?
O conceito de vidas passadas pode oferecer mais do que um sentido para nossas vidas. Acreditar que estamos aqui por algum propósito é sem dúvida mais inspirador do que achar que viemos do nada, nascemos, crescemos, morremos e retornamos ao nada. Aqui travamos nossas lutas, vencemos obstáculos, adquirimos conhecimentos de forma laboriosa, progredimos, procuramos ser pessoas melhores para perdemos tudo ao morrer. De que adiantaria todo esse esforço, se perdemos tudo com a morte? Ao invés disso, consideremos que talvez estejamos aqui para nos tornarmos mais capazes de compreender e de eliminarmos os fatores que nos restringem a capacidade de utilizar mos plenamente nosso potencial como seres espirituais.
Precisamos reviver diversas vezes para aprender uma lição muito simples, a lição deixada por Cristo: amar uns aos outros. Essa, então, é a razão maior de estarmos aqui, nesta escola chamada Terra.
No dizer de Corrington: “Que belo seria o mundo, se nos dispuséssemos a descobrir como é de verdade cada pessoa com quem o compartilhamos, em vez de emitirmos julgamentos precipitados. Quem sabe, na próxima vida, você volte como um indivíduo semelhante a esse que, agora apressa-se a condenar. Talvez haja um significado oculto e muito profundo em se dizer que é impossível saber o que outra pessoa sente, a não ser que estejamos “na sua pele””.
Pense nisso! Reflita!
Fonte: Kardec. Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB, 2010.      
              Kardec. Allan. O Céu e o inferno, FEB, 2009
              Corrington. Pat Rowe. Viver Novamente, Madras Editora, 1999. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Um espírito perverso pode reencarnar para fazer o mal?


Segundo a Doutrina Espírita ninguém reencarna para fazer o mal. Entretanto, se o espírito ao reencarnar, não desenvolver fortes disposições para vencer os instintos inferiores, que já tinha em vida anterior, estes aparecerão com toda certeza.

Segundo o Livro dos Espíritos, alguns espíritos mais evoluídos podem rever suas vidas pretéritas e podem planejar a sua reencarnação. Essa mesma faculdade não contempla os espíritos mais atrasados que nem mesmo sabem que precisam reencarnar, e renascem à sua revelia. Logicamente que são os espíritos superiores que cuidam disto e providenciam o melhor para esses espíritos.

Assim, a resposta para o questionamento título dessa postagem é não. Não é dado aos espíritos inferiores, maldosos, o arbítrio de acionarem eles mesmos os mecanismos da reencarnação, com intenções de atrapalhar obras do bem. Mas, pode acontecer que ao reencarnarem, possam ser assediados pelos seus companheiros inferiores, desencarnados, que podem atuar sobre ele, revitalizando os desejos e tendências que eles traz de vidas pretéritas.

Para combater aqueles espíritos inferiores obsessores, existem espíritos mais evoluídos, que atuarão como protetores espirituais, que se esforçarão para conduzi-lo ao bem.
Fonte: O Livro dos Espíritos
          http://www.espirito.org.br/