No entanto, adverte para o perigo da eutanásia, no caso da doação de órgãos vitais e com morte encefálica; e de que essa doação deveria ser espontânea e com anterior trabalho de desapego material, sem o qual tal atitude poderá ser dolorosa para o doador.
Ademais, deve-se sempre ter em mente, que o despreendimento do perispírito do corpo material leva algum tempo para se concretizar. Estima-se em três dias tal acontecimento, o que, se observado, acaba por inviabilizar a doação de órgãos vitais, como o coração, na opinião deste blogger.
Entretanto, isso não significa que não se possa efetuar a doação de órgãos,que é também,um ato máximo de caridade e amor ao próximo. Mas, para isso é preciso que haja certeza absoluta da morte clínica do doador. Principalmente quando tratar-se de morte encefálica ou outras de perda da vida fulminantes.
Portanto, o assunto requer estudos mais aprofundados e discernimento de todos nós.
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